
Há duas semanas, a SpaceX anunciou que o primeiro turista espacial da história, Dennis Anthony Tito, vai retornar ao espaço com a Starship, em uma viagem para os arredores da Lua.
Ele entrou para a história como a primeira pessoa a pagar pelo privilégio de voar para além da Terra, quando desembolsou nada menos do que US$20 milhões (o equivalente a cerca de R$106 milhões, na cotação atual) para embarcar na nave russa Soyuz TM-32 rumo à Estação Espacial Internacional (ISS), em 28 de abril de 2001.
Depois disso, outros turistas espaciais já tiveram a chance de observar nosso planeta de longe, flutuar em microgravidade e se sentir quase como um verdadeiro astronauta.
Os primeiros precisavam “pegar carona” em missões científicas, principalmente a bordo de foguetes russos Soyuz, como foi o caso de Tito. No entanto, com o interesse pela modalidade crescendo cada vez mais, algumas empresas vêm se especializando nesse tipo de passeio “astronômico”.
É o caso da Blue Origin, fundada pelo bilionário norte-americano Jeff Bezos, e da Virgin Galactic, do britânico Richard Branson. Ambos, inclusive, já tiveram o gostinho de viver essa experiência – junto a clientes pagantes (quase todos, bilionários).
Esse “quase” se deve ao fato de que alguns tiveram seus acentos patrocinados, foram convidados ou, simplesmente, agraciados em sorteio – como aconteceu com o único representante do Brasil no hall dos turistas espaciais, Victor Corrêa Hespanha, que voou pela Blue Origin em junho deste ano após ser contemplado em uma promoção realizada por uma agência internacional de criptoativos.
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