
A Teoria da Relatividade Especial de Einstein já diz: não há nada mais rápido do que a luz. Essa regra da física indica que quanto mais rápido um objeto se desloca, mais próximo ele fica de sua perspectiva do tempo até paralisar.
Se o objeto se desloca ainda mais rápido, haverá problemas de reversão do tempo, chegando até a bagunçar as noções da causalidade. Contudo, pesquisadores da Universidade de Varsóvia, na Polônia, e da Universidade Nacional de Singapura ultrapassaram os limites da relatividade.
No estudo – publicado na Classical and Quantum Gravity -, eles fizeram isso para criar sistema que não conflita com a física como a conhecemos e pode até mesmo apontar o caminho para novas teorias.
Os que os cientistas estão trazendo é uma “extensão da relatividade especial”, que combina as três dimensões com uma única dimensão espacial (“espaço-tempo 1 + 3”), em contraste às três dimensões espaciais e uma dimensão temporal às quais estamos acostumados.
Em vez de criar quaisquer maiores inconsistências lógicas, o novo estudo traz mais evidências para retomar a ideia de que objetos talvez sejam capazes de irem mais rápidos do que a luz sem quebrar completamente nossas leis da física atuais.
“Não há razão fundamental para que os observadores que se movem em relação aos sistemas físicos descritos com velocidades superiores à velocidade da luz não devam estar sujeitos a ela”, afirma o físico Andrzej Dragan, da Universidade de Varsóvia.
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