
A noite cai e o céu fica salpicado de estrelas. Quando olhamos, os pontos luminosos parecem iguais. Uns maiores, outros piscantes, alguns avermelhados. Mas iguais. Só que dá para separá-los em, pelo menos, sete categorias.
Isso é possível porque existem tipos diferentes de estrelas. Cada um tem suas características e particularidades. A seguir, o Olhar Digital te mostra as principais categorias:
Elas são classificadas pela comunidade científica de acordo com a sua massa e cor:
Surgem após o colapso de estrelas pequenas (leia-se: medianas e pouco massivas). Elas emitem brilho, mas, no seu núcleo, não ocorrem reações de fusão nuclear.
Além de emitirem brilho, têm núcleo ativo – isto é, reações de fusão nuclear ocorrem dentro dele. Elas são “velhas”, com bilhões de anos. Seu destino é virar gigantes vermelhas.
Representam 70% das estrelas do Universo, aproximadamente. Ou seja, são as mais comuns. Elas têm pouca massa, brilho fraco e temperaturas mais baixas que as do (nosso) Sol.
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