
É muito provável que você já tenha ouvido falar ou lido algo a respeito de Nefertiti, uma antiga rainha consorte do Egito, esposa principal de Amenófis IV, mais conhecido como Aquenáton, portanto, madrasta de Tutancâmon, o Rei Tut.
Sendo assim, ela fez parte da 18ª dinastia egípcia, durante o século 14 a.C., mas não se tem certeza sobre o ano de seu nascimento, assim como o de sua morte – cujas circunstâncias permanecem um mistério até hoje.
Nefertiti viveu numa época em que o Egito alcançou grande desenvolvimento militar, conquistando um vasto território. Durante essa fase, denominada Novo Império, o país foi governado pelo faraó Amenófis IV, seu marido, que reinou por 17 anos.
Muitas linhas de estudo indicam que Nefertiti teria atuado como consultora do rei durante todo o governo, o que teria dado a ela o mesmo status de faraó.
Juntos, eles provocaram uma revolução religiosa no país, que passou a adorar apenas um deus: Aton, simbolizado pelo disco solar. Até então, a sociedade egípcia era politeísta, cultuando diversos deuses, que eram representados em forma humana e animal.
Também eram objeto de adoração as forças da natureza, bem como gatos, cães, serpentes e outros animais. Além disso, o faraó, identificado como o deus principal, também era merecedor de um culto divino, tendo os sacerdotes como principais representantes.
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