
Grupo de pesquisadores da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) desenvolveu algoritmo capaz de projetar futuro da vegetação amazônica. Ele apresenta cenários com transformações da floresta provocadas pelas mudanças climáticas. É o que conta a repórter Luciana Constantino, em reportagem da Agência Fapesp.
Apelidado de Caetê, trata-se do primeiro algoritmo desse tipo exclusivamente brasileiro. Seu apelido significa “mata virgem”, na língua tupi-guarani.
Porém, nome do algoritmo vem da sigla Carbon and Ecosystem functional-Trait Evaluation Model (“modelo para avaliação de características funcionais de carbono e de ecossistema”, em tradução livre).
Seus primeiros resultados estão descritos num artigo publicado na revista científica Ecological Modelling.
O Caetê simula fenômenos da natureza usando equações matemáticas alimentadas por dados de condições ambientais – por exemplo: chuva, incidência solar e níveis de CO2.
Com essas informações, algoritmo responde qual pode ser a taxa de fotossíntese em determinadas condições ou em qual parte a planta estocará mais carbono (raízes, folhas ou troncos).
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