
Aos poucos, a implantação de chips em cérebros humanos parece estar ficando cada vez mais próximo da realidade. Em setembro, por exemplo, Elon Musk e sua empresa de implantes cerebrais, a Neuralink, anunciaram que começariam a recrutar voluntários humanos para testes clínicos com seu dispositivo.
Musk diz que quer mesclar inteligência artificial (IA) com seres humanos, mas o objetivo inicial da Neuralink é fazer com que pessoas paralíticas controlem cursores e teclados com seus pensamentos.
Definitivamente pode parecer ano de ruptura, mas, na verdade, é o resultado de décadas de trabalho acadêmico. Acho que estamos apenas começando a sentir os efeitos desse crescimento exponencial.
Conhecidos como interface cérebro-computador (BCI, na sigla em inglês), esses chips surgiram entre os anos 1960 e 1970, quando começaram a ser testados em animais, relata a Wired.
Conforme os pesquisadores começaram a entender melhor o cérebro humano, esses sistemas começaram a ser mais sofisticados, chegando ao ponto de fazer com que paralíticos movessem braços robóticos, jogassem videogames e até se comunicassem apenas com sua mente (lembram de Stephen Hawking?).
Anteriormente uma busca de acadêmicos, desde 2016, os BCIs passaram a ser perseguidos por uma crescente horda de companhias que emergiram desde então, quando a Neuralink foi fundada por Musk.
Entre para comentar.