
Quem usa óculos conhece bem o tal do “filtro de luz azul”. Trata-se de um revestimento transparente aplicado nas lentes que impede a luz azul de chegar aos olhos e causar danos oculares. A luz azul, por sua vez, é aquela emitida por celulares, computadores e outros dispositivos eletrônicos que causam o famoso “cansaço” visual ao final do dia.
E se você usa óculos, novamente entenderá: ao consultar um oftalmologista ou ir em uma loja encomendar seu próximo óculos, por que não pagar um pouco mais pelo filtro de luz azul e proteger seus olhos dos efeitos das telas?
Uma pesquisa recente, no entanto, vai na contramão disso e sugere que o filtro não tem toda essa eficácia.
Primeiro, vamos entender como funciona a tal da luz azul e qual é o papel do filtro em (supostamente) freá-la.
No entanto, o estudo, publicado na Cochrane Database of Systematic Reviews, revelou que o filtro de luz azul não tem eficácia comprovada.
O artigo é uma revisão de 17 outros trabalhos sobre o tema, cada um com uma conclusão diferente. Enquanto alguns dizem que, sim, o filtro tem efeitos na melhora do sono dos usuários, outros dizem que não interferiu em nada.
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