
Líderes de big techs, como Microsoft, Amazon e OpenAI, reuniram-se na Cúpula de Segurança da IA em Seul, realizada recentemente, para formular um acordo internacional. Entre as medidas discutidas, está uma espécie de “botão de pânico” para interromper o desenvolvimento da inteligência artificial.
Um relatório recém-divulgado pela Agência Nacional de Inteligência Geoespacial (NGA) dos EUA, em parceria com o Centro Geográfico de Defesa (DGC) do Reino Unido, revelou que a Anomalia do Atlântico Sul (AAS), uma região onde o campo magnético da Terra é mais fraco, está crescendo. Essa falha cobre parte do Brasil e do sul do Oceano Atlântico e é monitorada de perto pela NASA devido aos seus potenciais efeitos em satélites e sinais de comunicação.
Descobrir como medir a rotação dos buracos negros é um grande avanço para a astrofísica. Um estudo publicado nesta quarta-feira (22) na revista Nature revelou uma nova maneira de fazer isso, usando chamados eventos de ruptura de marés (TDEs) – explosões de energia causadas por buracos negros supermassivos devorando estrelas.
Há mais de 90 anos, o físico Albert Einstein sugeriu algo revolucionário: usar o Sol como um telescópio gigante. Em 1936, ele publicou um estudo simples que descrevia essa ideia. Hoje, a proposta não parece tão distante – e a NASA já está explorando maneiras de torná-la realidade.
O Brasil, conhecido por suas vastas florestas tropicais, extensas praias e clima variado, é um país que desperta a curiosidade quando se trata de fenômenos meteorológicos extremos, como furacões. Embora os furacões sejam mais comuns em regiões como o Caribe e a costa leste dos Estados Unidos, muitas pessoas se perguntam: É possível um furacão no Brasil?
Júlia Dal Rovere é estudante de jornalismo na Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM) e redatora no Olhar Digital.
Entre para comentar.