
Conforme noticiado pelo Olhar Digital, a antiga mancha solar AR3663 está voltando a aparecer para a Terra, agora sob o nome de AR3691. Outra região ativa que está para retornar às nossas vistas é a AR3664, aquela que é 15 vezes mais larga que o nosso planeta – que pode trazer com ela uma enxurrada de auroras.
Cerca de uma semana depois de disparar a – até então – tempestade solar mais poderosa dos últimos tempos (uma erupção de classe X8.7), a mancha solar agora denominada AR13664 girou junto com o Sol para o lado não visível pela Terra.
Isso, no entanto, não significa que tenha parado de produzir explosões solares. Em 20 de maio, essa região emitiu uma explosão solar classificada como X12, a mais forte desde setembro de 2017.
Uma das consequências da colisão entre o material solar e a Terra é a perfuração da magnetosfera, fazendo as partículas carregadas interagirem com os átomos presentes na atmosfera e se dirigirem aos polos do planeta.
Quando isso acontece, formam-se auroras nos céus das latitudes mais extremas do globo (boreais, ao norte, e austrais, ao sul).
Tempestades solares extremas têm mais chances de produzirem tempestades geomagnéticas também potentes na Terra. Isso, além de causar problemas graves, como a interrupção de sinais de satélite, por exemplo, também pode fazer com que as auroras sejam vistas mais próximas do equador do que normalmente surgem.
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