
Os buracos negros são antigos conhecidos do Universo. Porém, mesmo tendo sido descobertos há muito tempo, eles ainda abrigam diversos mistérios, por conta da dificuldade em desbravá-los e estudá-los.
Ainda que não saibamos tudo sobre os buracos negros, pelo menos, temos certeza de que eles existem. O mesmo não acontece com os buracos brancos que, por enquanto, ainda não passam de uma hipótese, sendo uma consequência hipotética da Teoria da Relatividade.
Antes de explicar o que é o conceito do buraco branco, é preciso dar alguns contextos. Primeiramente, há um conjunto de leis que regem o nosso Universo e fazem com que os cientistas avaliem todas as possibilidades de algo existir. Contudo, somente com a observação, medição e experimentação é possível, de fato, determinar o que é real.
A Teoria da Relatividade Geral, publicada em 1916 por Albert Einstein, trouxe a possibilidade da existência de corpos celestes chamados de buraco negros. Esses corpos são regiões no espaço com muita energia e matéria, fazendo com que nada, nem mesmo a luz, possa escapar de sua influência gravitacional.
Normalmente, essas estruturas são formadas quando uma estrela massiva chega ao fim de sua vida, ocorrendo o colapso do seu núcleo metálico com o próprio peso que produz uma estrutura muito densa como ela.
A existência dos buracos negros foi confirmada com diversos tipos de observações, desde a dinâmica orbital de estrelas, até o imageamento indireto, o que provou que esses corpos estão em abundância por todo o Universo.
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