Julia Monteiro
Julia Monteiro
Ciência e Espaço · 13 de agosto de 2024 · 2 min de leitura ·

O que o Brasil pode aprender com a despoluição do Rio Sena?

O que o Brasil pode aprender com a despoluição do Rio Sena?

Os Jogos Olímpicos de Paris terminaram, mas alguns temas devem persistir em nossas conversas por muito tempo. E olha que nem estou falando do brilho de Rebeca Andrade ou do sufoco que o suposto Dream Team do basquete americano passou para ganhar a medalha de ouro.

A Olimpíada deste ano também gerou muito assunto fora do mundo dos esportes. E um dos mais interessantes diz respeito ao Rio Sena, um dos mais famosos do mundo.

A França gastou cerca de 1,4 bilhão de euros (algo em torno de R$ 8,3 bilhões) para tentar deixar o Sena “habitável”. Nessa quantia estão medidas para despoluição do local, mas também obras em uma nova estrutura da rede de esgoto, que passou a evitar o rio.

Só que mesmo com todo esse investimento, o Sena virou alvo de críticas durante os Jogos. Como informamos aqui no Olhar Digital, treinos foram cancelados e atletas olímpicos passaram mal após entrar no local.

Diante disso, a pergunta que fica é a seguinte: será que podemos considerar o Sena um rio limpo?

“Essa poluição é aquela poluiçãozinha que a gente não dá muita atenção para ela, mas ela é muito perigosa para a qualidade dos rios. Porque é aquele lixinho que acabou caindo na rua, a fuligem dos carros, o óleo dos veículos que caem, a própria fuligem atmosférica que vai se depositando nas ruas e, quando chove, tudo isso vai parar no rio”, disse o professor em entrevista à Agência Brasil.

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