
Você pode ter lido ou visto no noticiário recentemente que o furacão Milton, previsto para chegar à Flórida (EUA) nesta quarta-feira (09), alcançou a categoria cinco. E que esse era o maior número na escala usada para medir intensidade de furacões. Mas o que isso significa exatamente?
A resposta curta: que o furacão Milton é muito forte e perigoso, deixando um rastro de destruição por onde passa. Isso você já deve ter entendido. Já a resposta longa vamos ter que dividir em partes.
O que assustou meteorologistas foi como a rapidez com que o furacão (identificado no fim de semana, conforme adiantado pelo Olhar Digital) ficou mais forte na segunda-feira (07). Neste dia, Milton foi da categoria dois para a cinco em questão de horas – aumento de intensidade extremamente raro para este intervalo de tempo.
Essas categorias fazem parte da Escala de Vento de Furacões Saffir-Simpson. Ou só escala Saffir-Simpson, para simplificar. Desenvolvida por Herbert Saffir e Robert Simpson para classificar furacões conforme a intensidade dos ventos sustentados, ela vai de um a cinco.
A escala atribui uma categoria ao furacão com base na velocidade média dos ventos mais fortes que ele produz, medida durante um minuto. Cada categoria corresponde a uma faixa específica de velocidade e está associada a um conjunto de características e impactos esperados.
Assim, a escala é uma ferramenta fundamental para entender a força dos furacões e auxiliar medidas de prevenção e resposta ao fenômeno. Ao conhecer a categoria de um furacão, dá para avaliar os riscos e tomar as precauções necessárias para proteger a vida e os bens. Necessariamente nessa ordem.
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