
Mesmo depois de décadas, a chamada anomalia de sobrevoo ainda é um fenômeno sem explicação.
Basicamente, a anomalia de sobrevoo consiste em uma mudança na velocidade de espaçonaves no momento em que elas se aproximam de grandes corpos celestes – sejam eles estrelas ou planetas.
É como se, ao se aproximar do objeto celeste, a nave “roubasse” um pouco de energia cinética do planeta ou da estrela, ganhando velocidade e economizando combustível enquanto entra em órbita.
Essa manobra de ganho de velocidade é comum e bastante conhecida, chamada tecnicamente de “assistência gravitacional“.
A questão é: nos modelos de cálculos feitos por cientistas, é possível “roubar” essa energia de um corpo celeste e ganhar uma certa quantidade de velocidade, porém a velocidade calculada sempre apresenta uma discrepância se comparada à real velocidade adquirida pela espaçonave depois da manobra.
Desde 8 de dezembro de 1990 a anomalia Flyby tomou conta de espaçonaves da NASA, começando pela Galileo, quando passava pela Terra a caminho de Júpiter e suas luas.
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