
Cientistas da NASA e da Administração Oceânica e Atmosférica Nacional (NOAA, na sigla em inglês) deram boas notícias sobre a recuperação da camada de ozônio: o buraco que se abre anualmente sobre o polo sul da Terra é relativamente pequeno este ano em comparação com outros anos.
Com essa observação, a equipe projetou quando a camada de ozônio pode, finalmente, se recuperar por completo.
Um buraco se abre anualmente acima do polo sul da Terra. Em 2024, durante o período que costuma marcar o pico de destruição da camada de ozônio (entre 7 de setembro e 13 de outubro), a área do buraco foi considerada a sétima menor desde que os esforços para recuperação começaram, em 1992.
De acordo com o Phys.org, a melhora é uma combinação do declínio no uso de produtos químicos nocivos, como os CFCs, e infusão inesperada de ozônio vindo das correntes de ar do norte da Antártida.
A análise da área do buraco e da progressão na recuperação da camada de ozônio é em relação a 1979, quando o rastreamento dos níveis de ozônio começou. Considerando isso, o buraco deste ano é o 20º menor em área ao longo dos últimos 45 anos.
Segundo Paul Newman, líder da equipe de pesquisa de ozônio da NASA, o buraco antártico de 2024 é o menor desde o início dos anos 2000. A melhora ao longo das últimas duas décadas mostra que os esforços internacionais estão funcionando.
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