
Os tubarões pertencem à classe Chondrichthyes, que inclui animais com esqueletos cartilaginosos, em vez de ósseos. Essa classe de divide em duas subclasses: Elasmobranchii que engloba os tubarões e as raias, e Holocephali, que inclui as quimeras.
Esses animais possuem uma série de características únicas: as Ampolas de Lorenzini no “focinho”, eletrorreceptores capazes de receber sinais elétricos de suas presas, e suas incríveis mandíbulas projetáveis, características que os tornam predadores incrivelmente eficientes.
A diversidade dos tubarões é fascinante, e muitos possuem características adaptadas de forma notável aos seus ambientes. Desde tubarões com aparência pré-histórica até os com comportamentos incomuns, esses animais são exemplos perfeitos da incrível adaptação evolutiva dentro do reino animal.
Conhecido popularmente como tubarão-serra, da ordem Pristiophoriformes, apresenta um focinho alongado e cheio de dentes afiados, sendo similar a uma serra de cortar madeira, daí seu nome. Este apêndice, chamado de “rostro”, é usado para auxiliar sua caça, atordoando as presas durante o ataque ou revirando o fundo arenoso do mar para a captura de invertebrados marinhos. Esse animal é constantemente confundido com o peixe-serra, da ordem Pristidae.
Por mais que a primeira vista não pareça, esse animais apresentam características bem distintas. Ambos pertencem a mesma classe (Chondrichtyes), no entanto, o tubarão-serra faz parte da infraclasse Squalomorphi, enquanto o peixe-serra faz parte da infraclasse Batoidea, que são popularmente conhecidas como as raias!
O tubarão-serra atinge cerca de 1,5 metros de comprimento, possui suas aberturas branquiais em posição lateral, apresenta dentes mais afiados ao longo do rostro pontiagudo e há a presença dos barbilhões, uma estrutura sensorial pareada que parece um “bigode”.
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