
Vários crânios decapitados e pregados em paredes foram encontrados na Catalunha, região que pertence à Espanha. Um estudo recente revelou que a prática era frequente na Idade do Ferro por lá, um sinal da escalada da violência territorial.
A pesquisa também deu detalhes sobre uma espécie de classificação dos crânios, com base onde eles foram localizados, e nos motivos para a prática.
De acordo com o IFLScience, casos de decapitação parecem ter sido comuns no século VI a.C., na Idade do Ferro, com base na quantidade de crânios encontrados na Catalunha. Além das ossadas, pesquisas descobriram assentamentos fortificados da mesma época, alguns deles com armas ao lado de corpos com ferimentos não curados (indicando que foram fatais, possivelmente em uma luta).
Para descobrir mais sobre os achados, o estudo realizou uma análise isotópica de sete dos crânios, quatro encontrados no assentamento Puig Castellar, em Barcelona, e três no sítio Ullastret, em Girona.
Eles descobriram que as amostras parecem ter sido tratadas com óleo de cedro e outros produtos químicos, indicando “a existência de especialistas ou indivíduos com conhecimento específico das técnicas para esta preparação”. Com base nisso, os pesquisadores escreveram que a atividade era realizada com “alguma regularidade“.
Muitos dos crânios foram pregados em paredes, em uma espécie de exibição, um sinal da escalada da violência por território na região. O estudo dividiu as exibições em três categorias:
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