
A Ilha de Páscoa, famosa por seus icônicos moais, é um território especial do Chile e a única província do país com apenas um município. O local está situado a 3.700 km de distância da costa oeste do país, sendo um dos lugares mais isolados do planeta. A ilha surgiu de erupções vulcânicas que aconteceram há 3 milhões de anos, sendo que 4 vulcões foram os responsáveis e que hoje estão inativos.
Já os moais são estátuas polinésias monumentais feitas de pedras, que foram construídas pelo povo Rapa Nui entre os séculos XIII e XV. A estimativa é que existem mais de 800 moais na ilha, sendo que alguns estão completos e outros inacabados. Acredita-se que eles representavam ancestrais e líderes, sendo construídos em locais sagrados.
Além dos moais e de seu isolamento, a Ilha de Páscoa é um local fascinante e que possui outras curiosidades e mistérios. Conheça abaixo cinco deles, que ajudam a mostrar um pouco da história desse território chileno.
O povo polinésio é considerado nativo da Ilha de Páscoa, porém sua chegada é de difícil definição. A estimativa mais recente foi feita com datação por radiocarbono, e detectou a data de 1200 d.C..
São considerados os polinésios mais ao sudeste do mundo, e os pesquisadores acreditam que os colonizadores da região chegaram no local em canoas ou catamarãs, que saíram das Ilhas Gambier, em Mangareva, a 2.600 km, ou das Ilhas Marquesas, a 3.200 km.
O nome Rapa Nui surgiu após eventos de 1860, quando as populações da ilha foram escravizadas. Com isso, os nativos conheceram a polinésia francesa, percebendo a semelhança da Ilha de Páscoa com Rapa, localizada nas Ilhas de Bass.
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