
Podendo medir impressionantes quase 19 metros de comprimento, o tubarão-baleia é conhecido como o maior tubarão do planeta. Além disso, os exemplares desta espécie são os maiores peixes vivos atualmente.
Apesar de seu tamanho avantajado, esse animal também corre risco de extinção, sendo classificado como “em perigo” pela União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN). O que torna uma aparição registrada recentemente no Brasil ainda mais especial.
O tubarão-baleia possui uma cabeça larga e achatada, e contam com uma boca grande localizada na parte frontal. Esta é uma das diferenças em relação a maioria dos tubarões, que tem a boca localizada na parte inferior.
O animal utiliza a boca para sugar excesso de água e a filtra por meio de filtros especiais para capturar suas presas de plâncton. Estes tubarões são identificados por sua pele cinza-escura e manchas e listras cinza-claras ou brancas.
A espécie é altamente migratória e pode habitar todas as águas tropicais e temperadas quentes do mundo, exceto o Mediterrâneo. Ela vive ao longo do litoral e em águas abertas e se deslocam com base na disponibilidade de alimento.
O tubarão consome grandes quantidades de plâncton, pequenos peixes e outros microrganismos, o que limita as populações dessas espécies e ajuda a prevenir condições que levam à escassez de oxigênio na água. Além disso, seus dejetos fornecem nutrientes essenciais, como nitrogênio e fósforo, que por sua vez promovem o crescimento do fitoplâncton, que forma a base da teia alimentar marinha.
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