
Buracos azuis são formações geológicas belíssimas e misteriosas. Segundo informa o site gringo IFL Science, essas estruturas são relíquias de um período chamado Glaciação Quaternária, quando os níveis do mar estavam 100 metros abaixo do que estão atualmente.
Na época, os buracos azuis eram apenas cavernas de calcário, mas, conforme o nível da água subia, essas fendas foram inundadas. O teto da caverna, então, desabou com o peso da água, tornando o local uma espécie de poço marinho.
Os cientistas não sabem a quantidade exata de buracos azuis que existem no mundo. Entre os conhecidos, porém, sabemos que podem alcançar profundidades superiores a 100 metros. O buraco de Taam Ja, no México, por exemplo, tem mais de 400 metros de profundidade!
Visualmente, essas formações se caracterizam pelo azul mais escuro em meio à cor natural do oceano. Dentro dele, porém, pouco se sabe. Esses locais passaram a ser explorados mais recentemente, com o avanço da tecnologia.
E uma das principais expedições ocorreu em 2018 no famoso Grande Buraco Azul de Belize.
Technology has allowed us to dive deeper and longer than ever before. 🏊#BlueHole #DiscoveryLive pic.twitter.com/GtQrgo3jmb
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