
Quem nunca viu, em filmes de ação, a famosa cena em que um tiro certeiro atinge um policial, mas, para surpresa de todos, ele sobrevive graças ao colete à prova de balas?
Muito além das telas de cinema, os coletes à prova de balas são uma realidade no dia a dia de profissionais que enfrentam situações de risco, como policiais, militares e seguranças.
Contudo, você já parou para pensar em como essa proteção realmente funciona? A seguir, explicaremos um pouco mais sobre a engenharia por trás dos coletes a prova de balas.
Um colete à prova de balas, (ou tecnicamente o colete “resistente a balas”) como o nome já entrega, é um equipamento de proteção individual projetado para absorver e dispersar a energia de projéteis de armas de fogo, reduzindo o risco de ferimentos fatais.
Bem, ele não é uma armadura impenetrável, mas sim uma barreira que busca proteger órgãos vitais e oferecer maior sobrevida ao usuário em situações de risco.
A ideia de proteger o tronco humano em combate surgiu no século XVI. E, ao longo do tempo, evoluiu das armaduras de metal para soluções mais sofisticadas. Nos anos 1880, o médico legista George E. Goodfellow, do Arizona, observou que lenços de seda podiam reduzir o impacto de balas e iniciou estudos sobre isso.
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