
Arqueólogos fizeram uma descoberta impressionante em Belize: um túmulo de 1.700 anos de um governante importante da civilização maia, considerado um dos fundadores de uma dinastia antiga. Além disso, o achado é o primeiro túmulo encontrado no sítio arqueológico de Caracol.
O governante foi enterrado com uma máscara mortuária em mosaico, joias, conchas e desenhos, que dão pistas sobre o passado dos maias e suas possíveis conexões com outras civilizações antigas.
A descoberta da câmara aconteceu no sítio arqueológico de Caracol, em Belize, que remonta à época da civilização maia. O túmulo de 1.700 anos estava em seu interior e, além do corpo, continha uma máscara mortuária em mosaico e joias de jadeíta, conchas do Pacífico e desenhos feitos com cerâmica e osso.
Arlen Chase, um dos arqueólogos da escavação, foi um dos primeiros a entrar na tumba. Ele contou ao The New York Times que percebeu que, pelo estilo dos vasos de cerâmica na câmara, o túmulo era antigo. Pelo cinábrio vermelho ao redor, percebeu que se tratava de alguém importante, com status elevado entre os maias.
O que realmente revelou que o sujeito era um governante foi a máscara mortuária. Arlen chamou Diane Chase, uma arqueóloga que também trabalhava no sítio de Caracol, para analisar as descobertas. Eles são casados há quase 50 anos.
Juntos, a dupla determinou que o indivíduo enterrado era um governante maia envelhecido, que viveu tempo suficiente para perder todos os dentes. Além da máscara e das joias, vasos de cerâmica com desenhos do deus maia dos comerciantes e do governante segurando uma lança eram luxos incomuns em túmulos da época.
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