Julia Monteiro
Julia Monteiro
Ciência e Espaço · 13 de março de 2026 · 2 min de leitura ·

Hoje é sexta-feira 13! Entenda a polêmica sobre a data

Hoje é sexta-feira 13! Entenda a polêmica sobre a data

Cercada de simbolismo, a sexta-feira 13 é uma data que divide opiniões. Para alguns, é um momento de atenção redobrada em cada atitude; para outros, trata-se apenas de mais um dia no calendário. Entre superstição e ceticismo, a data tem raízes históricas e religiosas que atravessam séculos, alimentando lendas, tradições populares e crenças que até hoje influenciam o imaginário coletivo.

Segundo o site EarthSky, todo ano tem pelo menos uma sexta-feira 13 – e no máximo três. Em 2025, foi apenas em junho. Já em 2026, o número sobe para três (fevereiro, março e novembro), algo que não acontece desde 2015.

Nos anos anteriores, a frequência foi dupla: em 2023 (janeiro e outubro) e 2024 (setembro e dezembro) A ocorrência varia, mas o mistério persiste. Embora pareça uma superstição relativamente recente, o medo da data tem raízes antigas e culturais.

O pavor da sexta-feira 13 não tem origem exata, mas ganhou força no século 19. Antes disso, algumas histórias religiosas já associavam o dia a eventos trágicos.

Na Idade Média, viajar ou se casar em uma sexta-feira (independentemente de ser 13) era visto como mau presságio. Já no século 20, o cinema reforçou o medo: a saga “Sexta-Feira 13” ajudou a perpetuar a fama sombria da data. Esse medo tem até nome: parascavedecatriafobia. 

Nem todo mundo vê a data como negativa. De acordo com o Time And Date, em tempos antigos, especialmente entre os povos nórdicos e germânicos, a sexta-feira era ligada ao sagrado feminino. A palavra “Friday” (sexta-feira, em inglês) vem de Frigg, a deusa do amor e da maternidade. 

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