
O nome “dinossauro” significa “lagarto terrível” e, não por menos, as criaturas pré-históricas foram associadas aos animais de sangue-frio. Um novo consenso na ciência diz que não é bem assim: apesar de alguns dinossauros realmente terem sangue-frio, outros eram de sangue quente e sobreviveram nos polos há alguns milhões de anos.
Segundo o IFLScience, os dinossauros podem ter sido um dos primeiros animais com capacidade de regular a temperatura corporal interna, há cerca de 180 milhões de anos (os mamíferos são mais antigos que isso).
A ideia de que todas essas criaturas tinha sangue-frio foi colocada em xeque com evidências de dinossauros que viveram perto dos polos, algo que lagartos, por exemplo, nunca conseguiram.
Agora, há um novo consenso na comunidade científica: algumas dessas criaturas eram de sangue-frio e outras, endotérmicas (ou de sangue quente), capazes de absorver calor e regular a temperatura corporal.
No entanto, os dinossauros ancestrais que conhecemos popularmente são de sangue-frio. Então, quando surgiram os de sangue quente?
Há diferentes ramos dentro da nomenclatura “dinossauro”. Algumas, como os saurópodes (que engloba espécies como o braquiossauro e o diplodoco), nunca foram encontradas em regiões frias e são descartadas na análise evolutiva das espécies de sangue quente.
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