
Centenas de artefatos antigos, incluindo tiaras de ouro puro, foram desenterrados de túmulos da elite da Idade do Bronze na ilha de Chipre, no Mar Mediterrâneo, por arqueólogos.
Os achados mostram a grande riqueza das pessoas ali enterradas, que viviam do comércio de cobre – na época, um metal crucial para fazer bronze – na ilha.
Os artefatos incluem muitos importados para Chipre de outras grandes culturas da região, incluindo os minóicos em Creta, os micênicos na Grécia e os antigos egípcios.
O arqueólogo Peter Fischer, professor emérito da Universidade de Gotemburgo, na Suécia, disse que os objetos importados confirmam a extensão do comércio mediterrâneo durante o final da Idade do Bronze, entre 1640 a.C. e 1050 a.C.
As inúmeras descobertas de ouro, provavelmente importadas do Egito, demonstram que os egípcios receberam cobre em troca.
Os arqueólogos também encontraram itens do cotidiano, como espinhas de peixe de água doce do Nilo.
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