Julia Monteiro
Julia Monteiro
Ciência e Espaço · 16 de abril de 2024 · 2 min de leitura ·

Brasileira ajuda a encontrar fóssil mais completo de dinossauro marinho

Brasileira ajuda a encontrar fóssil mais completo de dinossauro marinho

Um grupo de cientistas, do qual uma pesquisadora síria-brasileira fez parte, encontrou o mais completo (e talvez mais antigo) esqueleto de plesiossauro, um dinossauro marinho, no Oriente Médio. Eles encontraram o esqueleto nas montanhas de Palmira, na Síria.

Os resultados do estudo, repercutidos pelo jornal O Globo, reforçam a tese de que a região estava submersa pelo Mar de Tétis, que separava a Ásia e a África, há 85 milhões de anos. Atualmente, a região é desértica e marcada pelo clima seco.

A pesquisadora Wafa Adel Alhalabi mora no Brasil desde 2016 e investigou o conjunto de mais de 50 vértebras articuladas descobertas por pesquisadores da Universidade de Damasco na mina de Al Sawaneh el Charquieh, a cerca de 200 quilômetros da capital da Síria.

Confira abaixo as principais informações sobre o plesiossauro e o estudo do qual a pesquisadora síria-brasileira participou:

Pesquisadores encontraram artes rupestres pré-coloniais e pegadas de dinossauros que viveram há até 145 milhões de anos no Sítio Serrote do Letreiro, em Sousa, na Paraíba. A região já é conhecida por seus achados arqueológicos e, agora, o novo estudo indica que as pinturas foram criadas ao redor da pegada – propositalmente, inclusive, imitando os registros fossilizados.

As descobertas, publicadas na revista Nature, descreve três principais conjuntos rochosos onde pegadas fossilizadas foram encontradas. As marcas pertenciam a dinossauros terópodes, saurópodes e iguanodontianos, que viveram no período Cretáceo Inferior, entre 100,5 milhões e 145 milhões de anos atrás.

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