
A gruta de Fingal fica situada na ilha desabitada de Staffa, em Argyll, na Escócia. Além da forma incrível criada totalmente pela natureza, ela esconde um segredo: o eco provocado pelas ondas do oceano cria uma harmonia melódica que se assemelha às músicas tocadas nas grandes catedrais.
A gruta se estende por 22 metros sobre o oceano e tem pouco mais de 80 metros de profundidade. Mas é o formato dela que impressiona.
Colunas geométricas hexagonais de basalto, moldadas em pilares de seis lados decoram o local. E a responsável por essa obra de arte é a própria natureza. As informações são da IFLScience.
Ambas as estruturas apresentam colunas de basalto e foram criadas pelo mesmo fluxo de lava, há cerca de 60 milhões de anos. À medida que a lava foi deixando de estar tão quente, o mineral começou por formar blocos tetragonais e, mais tarde, as tais colunas hexagonais.
A gruta foi redescoberta pelo famoso botânico Joseph Banks, em 1772. O cenário incrível atrai diversos visitantes, alguns deles bem famosos. É o caso da Rainha Vitória, dos poetas britânicos William Wordsworth e John Keats e do escritor francês Júlio Verne.
O compositor alemão Felix Mendelssohn também esteve no local em 1829 e o eco causado pelas ondas serviu de inspiração para ele compor a “Hebrides Overture”, que ficou conhecida como Fingal’s Cave. Outra presença ilustre foi da banda Pink Floyd, que deu o nome da gruta a uma das suas primeiras canções.
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