
Autoridades da ilha de Mayotte, localizada no sudeste da África, trabalham na busca por sobreviventes após a passagem do ciclone Chido. Até agora, pelo menos 11 mortes foram confirmadas, mas o Ministério do Interior da França, do qual o território faz parte, acredita que o número de óbitos pode ser muito maior.
Partes da ilha chegaram a ficar inacessíveis, o que dificulta o trabalho de resgates. Segundo o serviço meteorológico Meteo France, este foi o fenômeno mais intenso a atingir Mayotte em 90 anos.
#Chido 🌪️ Soutien aux Mahorais et à nos camarades mobilisés à #Mayotte. Des renforts de gendarmes seront déployés sur place pour appuyer les équipes engagées. pic.twitter.com/iiDAjcgprU
Além de Mayotte, o ciclone também atingiu partes de Moçambique. Segundo as autoridades do país, dezenas de casas, escolas e até instalações de saúde foram parcial ou totalmente destruídas pela força dos ventos.
O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) disse que as comunidades inteiras ficaram isoladas. Já o governo da nação africana emitiu alertas para o grande risco de deslizamentos de terra na região.
Chido agora está se movendo em direção ao Malawi e ao Zimbábue. Os dois países estão em estado de alerta para a chegada do intenso fenômeno climático, que perdeu um pouco de força mas continua tendo potencial destrutivo.
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