
Cada pontinho luminoso que você vê no céu, depois do pôr do sol, tem uma história. Isso porque estrelas não simplesmente aparecem. Elas têm um processo de formação e outro de destruição.
Tudo isso envolve nuvens de poeira (e gases), colapso gravitacional e fusão nuclear. Apesar do céu terrestre ficar salpicado de estrelas à noite, é de dia que vemos a única localizada, de fato, no Sistema Solar: o Sol.
A formação delas começa nas nebulosas, nuvens compostas por poeira e gases. Elas são uma espécie de berçário de estrelas. Dentro delas, é o caos, do qual surgem nós globulares. Esses, por sua vez, podem sofrer colapso gravitacional – fase inicial da constituição de uma estrela.
Após milhões de anos de contração gravitacional, a temperatura na região central delas chega aos 15 milhões de graus Celsius (ou mais). E aí começam as reações de fusão nuclear. Graças à fusão, o colapso gravitacional para. E uma nova fase da vida da estrela começa.
Ela amadurece, por assim dizer. O Sol, por exemplo, levou 50 milhões de anos para atingir sua “maioridade”. E ele está longe de ser a maior estrela que conhecemos (saiba qual é a maior e menor estrela já descoberta).
Nós, meros terráqueos, vivemos por décadas. Nossos corpos duram, no máximo, pouco mais de um século. Já o ciclo de vida das estrelas pode durar milhões – ou até bilhões – de anos. E sua fase madura ocupa cerca de 90% desse tempo.
Entre para comentar.