Julia Monteiro
Julia Monteiro
Ciência e Espaço · 8 de fevereiro de 2023 · 2 min de leitura ·

Como as estrelas se formam e são destruídas

Como as estrelas se formam e são destruídas

Cada pontinho luminoso que você vê no céu, depois do pôr do sol, tem uma história. Isso porque estrelas não simplesmente aparecem. Elas têm um processo de formação e outro de destruição.

Tudo isso envolve nuvens de poeira (e gases), colapso gravitacional e fusão nuclear. Apesar do céu terrestre ficar salpicado de estrelas à noite, é de dia que vemos a única localizada, de fato, no Sistema Solar: o Sol.

A formação delas começa nas nebulosas, nuvens compostas por poeira e gases. Elas são uma espécie de berçário de estrelas. Dentro delas, é o caos, do qual surgem nós globulares. Esses, por sua vez, podem sofrer colapso gravitacional – fase inicial da constituição de uma estrela.

Após milhões de anos de contração gravitacional, a temperatura na região central delas chega aos 15 milhões de graus Celsius (ou mais). E aí começam as reações de fusão nuclear. Graças à fusão, o colapso gravitacional para. E uma nova fase da vida da estrela começa.

Ela amadurece, por assim dizer. O Sol, por exemplo, levou 50 milhões de anos para atingir sua “maioridade”. E ele está longe de ser a maior estrela que conhecemos (saiba qual é a maior e menor estrela já descoberta).

Nós, meros terráqueos, vivemos por décadas. Nossos corpos duram, no máximo, pouco mais de um século. Já o ciclo de vida das estrelas pode durar milhões – ou até bilhões – de anos. E sua fase madura ocupa cerca de 90% desse tempo.

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