
Desde 2017, reconhecemos haver um continente mais novo que os que estão em terra firme e que está com 97% de sua massa embaixo d’água. Te Riu-a-Māui, ou Zelândia, encontra-se “preso” entre Austrália, Eurásia e América do Norte. Além de ser mais jovem, ele é menor e mais fino que os demais.
Um novo estudo, publicado no New Zealand Journal of Geology and Geophysics, visou explorar o que se sabe o novo continente, avaliando o que se sabe sobre sua história tectônica, estrutura crustal e evolução geológica. Foram observadas décadas de pesquisa, rastreando a Zelândia a partir de suas origens so supercontinente Gondwana até a era moderna.
Nick Mortimer, geólogo emérito da GNS Science e autor da revisão, disse que “esta é a revisão mais abrangente até agora da geologia dos cinco milhões de quilômetros quadrados, 95% submersos, o continente da Zelândia”.
Em boa parte dos últimos 500 milhões de anos, a Zelândia se separou de Gondwana para “viver” por conta própria. Desde que ficou submerso, há 25 milhões de anos, movimentos nos limites das placas construíram as ilhas do Norte e Sul.
Segundo o IFLScience, a Zelândia se caracteriza por ter apenas massas de terra muito pequenas, com plataformas continentais submarinas bem largas. Por isso se encontra tanto dele embaixo d’água quando comparado com os demais continentes terrestres e estreitas plataformas continentais submarinas.
Já é sabido que a Zelândia é geologicamente complexa e que a fronteira entre as placas tectônicas de Pacífico e Austrália atravessa.
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