
Neste sábado (14), acontece um dos eventos astronômicos mais aguardados dos últimos tempos: um eclipse solar que cobrirá quase todo o continente americano, inclusive o Brasil – que não presencia um há quase três décadas.
Este, então, é ainda mais incrível: quando passar entre a Terra e o Sol, a Lua vai cobrir apenas o centro do astro, formando um círculo de luz visível em seu entorno – o chamado “anel de fogo”. Isso acontece porque ela está mais longe da Terra (próximo ao apogeu, que é o ponto mais distante do planeta), fazendo com que sua circunferência aparente seja menor que a do Sol.
Embora somente algumas cidades do Norte e do Nordeste do Brasil vão conseguir ver o fenômeno completo, todas as regiões vão presenciar, pelo menos, parte dele (ou seja, um eclipse parcial).
É comum que protagonistas de grandes espetáculos fiquem nervosos no dia da apresentação. Não é o caso do Sol, o personagem principal do show desta tarde.
No entanto, exatamente no dia do eclipse, essa turbulência toda que tem sido muito comum de se observar deu uma trégua.
De acordo com o site Earthsky.org, especializado em observações astronômicas, nenhuma grande atividade aconteceu no Sol na sexta-feira (13), e o astro continua em baixo nível de excitação, com ocorrências esporádicas de explosões de classe C (consideradas fracas).
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