Julia Monteiro
Julia Monteiro
Ciência e Espaço · 25 de abril de 2022 · 2 min de leitura ·

Hubble faz 32 anos: veja cinco coisas que você não sabia sobre o telescópio espacial da NASA

Hubble faz 32 anos: veja cinco coisas que você não sabia sobre o telescópio espacial da NASA

Ele é mais velho que muitos de seus fãs e, para os fãs com mais idade que ele, a sensação de “ver o menino crescer” é inevitável: o telescópio espacial Hubble, da NASA, completa 32 anos nesta segunda-feira (25), tendo começado a sua órbita a 547 quilômetros (km) da órbita da Terra em 25 de abril de 1990 – um dia depois de ser lançado pelo finado programa de ônibus espaciais.

A agência espacial americana recentemente divulgou uma imagem celebratória feita por ele (que você confere logo abaixo, em um vídeo especial), mostrando um agrupamento de galáxias e provando que, apesar de estar no fim de sua missão, o nosso “velhinho” ainda tem bastante capacidade. A fim de entrar no mesmo ritmo de comemoração, o Olhar Digital também relembra cinco informações do universo que nós só conseguimos descobrir por causa do Hubble:

Antes do Hubble, os astrônomos tinham uma certa dificuldade de determinar a real idade do universo. Antigamente, estimativas iam de 10 bilhões de anos para 20 bilhões de anos e, convenhamos, qualquer diferença na casa dos “bilhões” é bem grande (comparativamente: 2,5 bilhões de batimentos cardíacos equivalem…à sua vida inteira, do nascimento à velhice).

Com o advento do telescópio espacial, nós fomos capazes de observar tipos muito específicos de estrelas – chamadas “cefeidas”, classificadas como gigantes ou supergigantes amarelas de 100 a 30 mil vezes mais brilhantes que o Sol – com mais precisão.

Esse brilho foi o que nos deu a maior exatidão da idade do universo: 13,78 bilhões de anos, um número calculado pelo tempo de chegada dessa luminosidade à Terra.

Uma questão perene para qualquer astrônomo é: se sabemos como começamos (Big Bang), como vamos acabar? Uma das teorias mais comuns é a do Big Crunch – basicamente, se o Big Bang foi a explosão que jogou tudo para todos os lados, o Big Crunch seria o seu oposto, com todos os corpos celestes eventualmente sendo atraídos para um ponto em comum, se esmagando a uma taxa avassaladora.

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