
Enquanto para muitos chegar aos 30 anos pode ser assustador, para Bobi, um legítimo Rafeiro do Alentejo, raça de cão pastor típica de Portugal, alcançar três décadas é motivo de alegria e mais: reconhecimento oficial do Guinness World Records como o cachorro vivo mais velho do mundo.
O título foi compartilhado no Instagram oficial do Livro dos Recordes. Com a recente conquista, Bobi destronou “Spike”, um Chihuahua que mora em Ohio, Estados Unidos, e que há duas semanas havia recebido o prêmio por seus 23 anos de vida. Antes dele, teve “Bluey”, um boiadeiro-australiano pastor de gado que viveu 29 anos e 5 meses entre 1910 e 1939.
“Não esperávamos esta recepção”, disse Leonel Costa, dono do animal, à AFP. “Há vários dias, curiosos e jornalistas de todo o mundo vêm para conhecê-lo.”
Nascido em 11 de maio de 1992, Bobi tem uma vida tranquila rodeada de gatos, conforme contou o tutor. Ele acredita que o motivo da longevidade do pet seja justamente o “ambiente calmo” em que mora, além da “dieta variada, à base de carne e peixe” — o mesmo que a família Costa consome, destacou.
É um caso particular, porque as imagens divulgadas não parecem mostrar os sinais de um cão muito idoso, nem que apresente problemas de mobilidade ou de massa muscular.
Pesando 29 quilos, tanto a idade quanto a boa saúde de Bobi foram comprovadas pela SIAC, uma base de dados para pets do governo português gerenciada pelo Sindicato Nacional dos Médicos Veterinários. O cão tem acompanhamento médico desde que era filhote, o que facilitou a documentação e comprovação necessária para o título no Guinness.
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