
Pesquisadores da Universidade Estadual da Carolina do Norte desenvolveram “microlimpadores”, dispositivos experimentais projetados para capturar microplásticos nas águas, em vez de apenas filtrá-los passivamente.
Um artigo sobre a pesquisa foi publicado recentemente no jornal Advanced Functional Materials.
Microplásticos, fragmentos de plástico menores que 5 milímetros, são encontrados em corpos d’água ao redor do mundo e vêm de diversas fontes, como resíduos plásticos, roupas sintéticas e pneus de carros.
Embora ainda não se saiba totalmente o impacto da ingestão dessas partículas na saúde humana, elas frequentemente atraem bactérias nocivas, e definitivamente não deveríamos comer ou beber esses micróbios ao ingerir os microplásticos.
Os testes de laboratório demonstraram que os pellets podem ficar submersos por até 30 minutos antes de subirem à superfície, formando uma espuma que pode ser facilmente retirada e descartada. A quitosana usada nos microlimpadores pode ser recuperada e reutilizada para produzir novos pellets.
Leandro Criscuolo é jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero. Já atuou como copywriter, analista de marketing digital e gestor de redes sociais. Atualmente, escreve para o Olhar Digital.
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