
Depois da missão Artemis 2, prevista para ser lançada em 2024 com astronautas a bordo da cápsula Orion para uma viagem ao redor da Lua, a NASA, finalmente, vai voltar a pousar humanos no satélite natural da Terra mais de 50 anos após nossa última visita por lá.
Para isso, além do Space Launch System (SLS), da própria agência, encarregado de lançar a espaçonave à órbita lunar, também será usado o mais poderoso complexo veicular já construído: o megafoguete Starship, da SpaceX, que servirá de módulo de pouso na Lua.
De acordo com o contrato firmado entre a NASA e a empresa, a cápsula Orion vai “estacionar” na futura estação lunar Gateway, de onde os astronautas embarcam no Starship, que os levará até a superfície do astro.
Elon Musk, no entanto, não é o único a estar sorrindo de orelha a orelha por ter fechado um acordo tão importante (e bilionário) com o Programa Artemis. O mesmo serviço também será executado, em missões futuras, por um de seus maiores rivais: Jeff Bezos.
Nesta sexta-feira (19), a NASA anunciou, em entrevista coletiva, que a Blue Origin, da qual ele é proprietário, também foi contratada para a mesma função.
Um consórcio liderado pela empresa (que também inclui a Lockheed Martin, a Draper, a Boeing, a Astrobotic e a Honeybee Robotics) venceu a concorrência para o segundo contrato do Sistema de Pouso Humano (HLS) emitido pela agência para as missões Artemis, no valor de US$3,4 bilhões (R$17 bilhões, na cotação atual).
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