Julia Monteiro
Julia Monteiro
Ciência e Espaço · 21 de fevereiro de 2024 · 2 min de leitura ·

Nosso Universo cresce por se fundir com outros ‘universos bebês’, sugere estudo

Nosso Universo cresce por se fundir com outros 'universos bebês', sugere estudo

Qual o tamanho do nosso Universo? Existem outros universos? Se sim, o conceito do multiverso seria real?

Não existe uma resposta definitiva para essas perguntas. Cientistas e astrônomos continuam buscando explicações no cosmos. Agora, em meio a todos esses questionamentos, os pesquisadores chegaram a um consenso: o de que o Universo em que vivemos está em constante expansão.

Os cientistas já criaram diferentes teorias sobre o assunto, mas nenhuma delas foi 100% aceita pela comunidade. E acaba de surgir uma nova candidata. Um estudo, publicado na revista científica Journal of Cosmology and Astroarticle Physics, afirma que essa expansão poderia ser resultado de colisões e incorporações sucessivas do nosso Universo com outros universos paralelos menores, chamados de “universos bebês”.

Esse conceito surgiu após análises detalhadas da chamada radiação cósmica de fundo (CMB) em micro-ondas, que indicaram uma aceleração na expansão do Universo.

A CMB é a radiação remanescente do Big Bang ou da época em que o Universo começou. A CMB representa, portanto, o calor que sobrou da famosa grande explosão.

Jan Ambjørn, físico da Universidade de Copenhague e autor principal do novo estudo, defendeu a tese dele em detrimento à teoria predominante atual. A declaração foi dada em entrevista por e-mail ao site gringo LiveScience:

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