
Segundo o livro de Gênesis, na Bíblia, Deus se enfureceu com a violência e a corrupção dos homens e enviou uma chuva torrencial que durou 40 dias e 40 noites. O dilúvio durou 150 dias, período no qual apenas os peixes sobreviveram. Os peixes e todas as criaturas que estavam dentro da Arca de Noé.
De acordo com o relato bíblico, Noé era o único justo da sua geração. Deus, então, ordenou que ele construísse uma grande embarcação, capaz de receber sua família e casais de todos os animais terrestres. A arca também deveria aguentar todos os dias da inundação. E assim aconteceu.
O texto afirma que Noé tinha 600 anos à época dos fatos – e precisamos concordar que há pouco embasamento científico para a histórica. O dilúvio, no entanto, pode ter acontecido de verdade.
Mesmo sendo considerado um evento histórico, boa parte de estudiosos e arqueólogos rejeita a hipótese de interpretação literal da história da Arca de Noé.
Um exemplo é o Dr. Andrew Snelling, Ph.D. da Universidade de Sydney (Austrália), que afirma que o Monte Ararat não pode ser o local onde a arca jaz, pois ele teria se formado após o fim do dilúvio.
O dilúvio, por sua vez, deve, sim, ter acontecido. Mas não da forma como aparece na Bíblia. Os cientistas não acreditam que houve um único dilúvio universal, mas, sim, vários dilúvios regionais.
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