
As preguiças-gigantes caminharam pela Terra entre 2,5 milhões e 10 mil anos atrás. Esse representante da megafauna vivia nas Américas e era mais de 10 vezes maior dos que as preguiças atuais, podendo chegar a mais de 3 mil quilos.
Elas dominaram diferentes ambientes terrestres, desde o solo até o topo das árvores, mas um dia chegaram ao fim. Pesquisadores têm algumas teorias sobre os motivos que levaram a extinção, que vão desde as mudanças climáticas até a ação humana – ou, ainda, uma combinação dos dois.
Um estudo publicado este mês na revista Science analisou centenas de fósseis antigos para descobrir como as preguiças-gigantes evoluíram e como chegaram a seu fim.
A preguiça-gigante é um grupo de mamíferos formado por seis famílias e 88 gêneros. Esses animais habitaram a América do Norte, Central e América do Sul até cerca de 10 mil anos atrás.
Mas como esses animais tinham tamanhos tão diferentes? E o que aconteceu com eles?
O estudo publicado na Science resolveu descobrir. Para isso, a equipe analisou amostras de DNA antigo e comparou com mais de 400 fósseis de preguiças-gigantes armazenados em 17 museus de história natural.
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