
Nesta segunda-feira (23), o mundo viveu um dos momentos mais esperados da astronomia moderna: a divulgação das primeiras imagens feitas pelo Observatório Vera C. Rubin. Com transmissão ao vivo pelo Olhar Digital, tivemos uma pequena amostra daquilo que promete ser o maior e mais completo “mapa do céu”. E o Brasil está envolvido neste projeto!
De acordo com a Agência Brasil, serão mais de 170 pesquisadores brasileiros participando do processamento de dados dessa missão revolucionária para a ciência global, sendo a maioria estudantes.
O projeto integra o Levantamento de Legado do Espaço e do Tempo (LSST, na sigla em inglês), um esforço internacional com a missão de mapear cerca de 37 bilhões de estrelas e galáxias ao longo de dez anos.
Também existem profissionais do nosso país atuando diretamente no observatório, tanto no Chile, quanto remotamente, nos EUA:
Além disso, a Rede de Pesquisa e Educação de São Paulo (Rednesp), uma infraestrutura de conexão de alta velocidade mantida pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), será fundamental para garantir que os dados coletados no Chile cheguem aos EUA em menos de sete segundos, com alertas sobre eventos astronômicos sendo enviados em menos de um minuto.
A participação do Brasil começou em 2015, por meio de um acordo que inclui o Laboratório Interinstitucional de e-Astronomia (LIneA), apoiado pelo Observatório Nacional (ON), pelo Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC) e pela Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP). A coordenação nacional do projeto é feita pelo Grupo de Participação Brasileira no LSST (BPG-LSST).
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