
Grandes primatas são criaturas majestosas. Parecem uma montanha de músculos, mas também são bastante inteligentes e possuem uma postura ereta ou semi-ereta, bem parecida com a nossa, dos humanos.
O fascínio por esses animais levou à criação de uma personagem icônica do cinema: o King Kong, que surgiu da mente do cineasta Merian C. Cooper, em 1933.
Não temos nenhum King Kong na vida real, mas uma espécie antiga chegou bem perto desse posto. Trata-se do Gigantopithecus blacki, um gigante que viveu há mais de 2 milhões de anos na China.
Ele podia alcançar 3 metros de altura e pesava cerca de 300 quilos. Bem maior do que o nosso atual maior primata do mundo, que é o Gorila-de-grauer, com até 1,95 metros de altura e 200 quilos.
Os cientistas descobriram a espécie há aproximadamente um século. A extinção do maior macaco da história, porém, sempre foi um mistério para os pesquisadores. Até agora. Um novo estudo parece elucidar o que aconteceu a 300 mil anos atrás.
A partir da análise da dentição de diferentes períodos, os pesquisadores perceberam que os dentes mais desgastados eram os mais antigos, mostrando uma grande oferta de alimentos para o gigante. Os mais recentes, por sua vez, estavam inteiros.
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