
Os vinhos enlatados ainda não são um grande sucesso no Brasil, mas em breve é possível que você veja mais opções ao lado dos refrigerantes no mercado. Apesar de prática, essa modalidade da bebida ainda enfrenta um problema que pode dificultar a popularização: o cheiro ruim.
Calma, não tem nada a ver com a qualidade do vinho em si. Um novo estudo descobriu o culpado por trás disso.
O verdadeiro culpado pelo cheiro ruim do vinho é o pacote completo: a interação entre a bebida, o revestimento interno e a lata.
Toda essa descoberta começou quando Gavin Sacks, um professor de ciência de alimentos na Faculdade de Agricultura e Ciências da Vida da Universidade Cornell, uma das principais instituições agrícolas do mundo, foi abordado por produtores de vinho sobre problemas de qualidade da bebida enlatada. Eles relatavam corrosão, vazamentos e cheiro ruim, descrito como “cheiro de ovo podre”.
Os produtores explicaram que seguiram todas as recomendações dos fornecedores de lata, mas ainda assim sentiam o cheiro (algo que não acontece na versão engarrafada).
Então, Sacks decidiu descobrir quais compostos eram o problema na relação entre o vinho e as latas – afinal, ninguém nunca sentiu cheiro de ovo podre vindo de uma Coca-Cola.
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