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Games · · 2 min de leitura ·

Forza Horizon 6 review: vale a pena essa aventura no Japão?

Forza Horizon 6 review: vale a pena essa aventura no Japão?




Resumo: É um dos mapas mais bonitos da série, a dirigibilidade dos carros é fluida e a variação de mapas e veículos é insana, mas existem algumas ressalvas.  A navegação dos campeonatos não está integrada ao sistema de recomendação de pistas, a marcação no GPS às vezes some, e existem microtransações pesadas para um jogo vendido a preço cheio.

Forza Horizon 6 é o novo jogo de corrida em mundo aberto da Playground Games, publicado pela Xbox Game Studios e lançado em 19 de maio de 2026 para Xbox Series X|S, PC (Steam e app Xbox) e nuvem. A versão de PlayStation 5 chega ainda neste ano, sem data fechada. A Edição Padrão custa US$ 69,99 (em torno de R$ 349,90 a R$ 400 nas lojas brasileiras) e está incluída no Game Pass Ultimate e no PC Game Pass desde o lançamento.

Desta vez o cenário é o Japão, com uma versão estilizada de Tóquio no centro do mapa e mais de 550 carros reais para colecionar. É um jogo sem fim definido: não há “campanha de X horas”, e sim um festival que cresce conforme as corridas se acumulam.

Quem jogou Forza Horizon 5, ambientado no México, vai se sentir em casa nos primeiros minutos: a estrutura de festival, os carros e o ritmo são os mesmos. A diferença está no palco. E mesmo quem nunca tocou em um jogo de corrida, mas já dirigiu por uma estrada num filme ou anime e pensou “queria conhecer isso” encontra aqui um motivo para entrar.

O mapa é o grande trunfo. O Japão de Forza Horizon 6 é gigantesco, bonito e fiel ao real. Andar por Tóquio e pelos vilarejos traz uma sensação estranha de nostalgia, como se você já conhecesse aquele canto. Para quem consome anime e cultura japonesa, dirigir por esses cenários é gratificante de um jeito que o número de quilômetros do mapa não explica sozinho. Cada esquina parece desenhada para ser reconhecida.

E o jogo é acessível de verdade para quem não tem o costume do gênero. Dá para começar com várias opções de auxílio ligadas, pegar o jeito aos poucos e ir subindo a dificuldade conforme melhora. O ponto de equilíbrio neste caso foi a dificuldade “Experiente”, alcançada depois de alguns dias. O jogo não pune o iniciante, mas também não trava o veterano.

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