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Tecnologia · · 2 min de leitura ·

Microsoft testa IA que resume histórico do Edge, mas recurso pode custar US$ 20

Microsoft testa IA que resume histórico do Edge, mas recurso pode custar US$ 20

A Microsoft começou a testar uma nova ferramenta de IA no navegador Edge. Chamada Journeys, a função agrupa o histórico de navegação em resumos automáticos para facilitar a retomada de atividades. A novidade, porém, não deve ser gratuita: a empresa sinaliza que o recurso será vinculado à assinatura do Copilot Pro, que custa US$ 20 por mês.

Segundo informações do site Windows Latest, o Journeys só pode ser habilitado no Microsoft Edge Canary — versão de testes do navegador —, ao ativar manualmente uma flag oculta nas configurações de “Inovações de IA”. O recurso ainda não é funcional, o que indica que o lançamento pode demorar.

De acordo com a descrição disponível nos testes, o recurso analisa páginas acessadas, pesquisas realizadas e até o conteúdo das abas abertas para criar resumos organizados por tema. Dessa forma, quem estiver trabalhando em um projeto com várias fontes diferentes pode encontrar tudo agrupado em uma única “jornada”, com cartões interativos exibidos na nova aba do navegador.

Mesmo assim, como lembra o Windows Latest, a natureza do recurso envolve o monitoramento do histórico de navegação e pode gerar questionamentos sobre privacidade.

Captura de tela mostra a função Journeys no navegador Microsoft Edge, ativando o Copilot Mode
Recurso da Microsoft resume histórico de navegação do Edge (imagem: reprodução/Windows Latest/Microsoft)

A maior controvérsia é o preço. A Microsoft indica que o Journeys só funcionará mediante a assinatura do Copilot Pro, serviço que também dá direito a créditos extras de IA em aplicativos como Paint, Word, PowerPoint e Notepad. Isso significa que o usuário não pagará apenas pelo Journeys, mas pela integração do pacote em todo o ecossistema da empresa.

Ainda assim, é possível que o movimento limite a adoção da ferramenta, já que muitos usuários do Edge dificilmente estariam dispostos a pagar uma assinatura mensal para acessar o recurso.

Fonte: Tecnoblog

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