
Um projeto chamado Dog Aging Project estuda mais de 47 mil cachorros desde 2019 e quer descobrir mais sobre a saúde do melhor amigo do homem. Para além de coletar informações sobre propensões a doenças e hábitos de vida, os cientistas também realizam testes para droga que, supostamente, pode aumentar a longevidade dos pets.
Agora, depois de quase cinco anos, o projeto corre o risco de não ter o financiamento prolongado e deixar de lado descobertas que podem melhorar a qualidade de vida dos cães.
O Dog Aging Project surgiu em 2019 e, no final do ano, começou a procurar por dez mil estadunidenses dispostos a inscrever seus cães em estudo sobre saúde e longevidade. Atualmente, já são mais de 47 mil pets participando.
A intenção é monitorar os cachorros ao longo da vida e coletar informações detalhadas sobre seus corpos, estilos de vida e ambientes domésticos. E, a partir daí, usar esses dados para identificar fatores biológicos e como isso impacta na qualidade de vida e de envelhecimento deles.
De acordo com o The New York Times, o projeto nasceu por dois motivos: o primeiro é que as pessoas dariam tudo para ficar mais anos com seus melhores amigos caninos. O segundo é que os cães são modelos úteis para o estudo de envelhecimento humano.
Isso porque eles estão propensos a algumas doenças semelhantes, como câncer e demência, e estão expostos a estressores parecidos, como poluição do ar e sonora. No entanto, por terem expectativa de vida menor, a pesquisa dá resultado mais rapidamente.
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