
Quando o jovem Charles Darwin entrou no navio Beagle em direção à América do Sul, em 1831, o mundo todo acreditava no criacionismo. Na ideia de que Deus criou todas as coisas do jeito que elas são.
Sim, alguns cientistas da época já falavam em evolução das espécies, mas o naturalista britânico foi a primeiro a colocar no papel a maneira pela qual essa evolução acontece – teoria que recebeu o nome de seleção natural.
O mais curioso é que o Beagle partiu nessa missão com o objetivo de atualizar as cartas náuticas britânicas, além de devolver 3 indígenas catequizados à Argentina. Darwin foi apenas como um convidado. Mas que aprendeu muito com a viagem. Ele se encantou com as belezas naturais da região e passou a fazer indagações sobre a natureza e os seres vivos.
O naturalista visitou a costa brasileira, a argentina, os Andes, mas se maravilhou mesmo com um arquipélago que fica a aproximadamente mil quilômetros do litoral do Equador: Galápagos.
Esse conjunto de ilhas abriga até hoje uma fauna única, com espécies exclusivas. Antes de falarmos mais sobre a viagem de Charles Darwin, porém, eu queria me ater a um desses animais: um que com certeza você nunca mais vai esquecer.
O Ogcocephalus darwini recebeu esse nome em homenagem ao naturalista britânico. Darwin, porém, fez suas principais ponderações ao observar as tartarugas e as aves.
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