
Espécie de dinossauro descoberta no Deserto de Gobi, na Mongólia, tinha duas garras gigantes em cada braço. É o que revela um estudo publicado no iScience na terça-feira (25).
Essa pode ser “a maior garra de dinossauro totalmente preservada” já desenterrada, disse a coautora Darla Zelenitsky, paleontóloga e professora na Universidade de Calgary, ao jornal Washington Post.
Os fósseis foram desenterrados em 2012 durante obras numa cidade no sul da Mongólia. Sim, a publicação da análise deles levou 13 anos.
Os fósseis de Duonychus tsogtbaatari estudados pelos cientistas incluíam uma garra “excepcionalmente preservada” e bem curvada.
Isso é surpreendente porque a garra tinha capa de queratina sobre o osso. E esse material é muito vulnerável à desintegração ao longo do tempo.
A garra pode ter sido tão bem preservada devido ao que acontecia quando o dinossauro morreu. “As condições devem ter sido ideais para que a capa de queratina fosse fossilizada antes de se decompor”, disse Zelenitsky.
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