
Quem assistiu “Avatar” (2009) e a sequência “Avatar: O Caminho da Água” (2016) sabe que a história se passa em Pandora, lua de Polifemo, um planeta gigante gasoso fictício que orbita a estrela Alpha Centauri A, localizada a pouco mais de quatro anos-luz do Sistema Solar.
Essa estrela, por sua vez, é real, e faz parte de um sistema estelar triplo formado por outra semelhante a ela (Alpha Centauri B) e uma anã vermelha chamada Proxima Centauri (a estrela mais próxima do Sol).
Na obra, a lua Pandora é habitada pelo povo Na’vi, uma espécie humanoide com características próprias: pele azul, cerca de três metros de altura, caudas longas e olhos grandes.
Fora da narrativa fantasiosa, e passando à vida real, o Olhar Digital noticiou esta semana que um possível planeta gigante gasoso acaba de ser descoberto na órbita de Alpha Centauri A – exatamente a mesma estrela que hospeda Polifemo na ficção.
Atualmente, não há evidências que esse mundo recém-descoberto (e ainda não confirmado como planeta) tenha luas – muito menos que alguma delas possa abrigar vida. No entanto, há quem considere isso totalmente plausível. Será?
Um estudo publicado no periódico científico The Astrophysical Journal Letters relata a descoberta de um candidato a exoplaneta, designado S1, em Alpha Centauri A. O gigante gasoso mais ou menos do tamanho de Saturno, que possivelmente orbita a estrela a até duas vezes a distância entre a Terra e o Sol, foi inicialmente detectado pelo Telescópio Espacial James Webb (JWST) em agosto de 2024.
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